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EM DESTAQUE | artigos e resenhas | gravidez na adolescência
HEILBORN, Maria Luiza  
Publicada em: 31/03/2008

O mal-estar brasileiro não é responsabilidade das meninas pobres.


Em artigo resposta, Maria Luiza Heilborn, coordenadora do CLAM, rebate a associação freqüentemente estabelecida na sociedade entre gravidez na adolescência e criminalidade urbana.
   
HEILBORN, Maria Luiza  
Publicada em: 31/03/2008

O ultra-som de uma 'tragédia nacional'. Resultado: a gravidez precoce não é o drama que se noticia


Por Maria Luiza Heilborn. Existe um consenso entre profissionais de diversas formações - médicos, psicólogos, jornalistas, líderes religiosos e políticos - de que a gravidez na adolescência é um mal de grandes proporções. Segundo esse pensamento, seria irresponsabilidade “permitir” que adolescentes se envolvam com a maternidade tão cedo. No entanto, ao contrário do que prega a opinião pública, nem há um quadro de caos e desordem nem tampouco a gravidez na adolescência é uma grande tragédia nacional. A pesquisa Gravidez na adolescência: estudo multicêntrico sobre jovens, sexualidade e reprodução no Brasil (Gravad), realizada pelas universidades do Estado do Rio de Janeiro, Federal do Rio Grande do Sul e Federal da Bahia entrevistou 4.634 jovens de ambos os sexos, entre 18 e 24 anos, numa pesquisa domiciliar realizada nas três capitais destes Estados.
   
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