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Pesquisa básica



Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM/PR)

 

De pivete a funqueiro: genealogia de uma alteridade

Com base na teoria das representações sociais de Moscovici e a partir de contextualizações do fenômeno dos arrastões, esse texto se propõe a discutir elementos que respondam às questões: por que discursos criminalizantes, que afirmam a periculosidade do funkeiro, se fizeram tão presentes desde o início da década de noventa no Rio de Janeiro? Como esses discursos, que apontam para uma determinada construção social do funkeiro, interferiram na relação do funk com a sociedade? A discussão passa pela compreensão dos dispositivos criados na sociedade carioca daquele período para a solução de problemas com os quais ela se via confrontada. Trata-se de tentar compreender como, em certo momento, o funkeiro ganha um perfil amplamente difundido como problema que requer um tipo de intervenção específica (AU)

Informações de Categorização

Assunto(s): Funk; Representações sociais; Rio de Janeiro; Violência;
Autor(es):

  • Arruda, Angela ... et al()
Editora: Fundação Carlos Chagas;
Local: São Paulo (SP)
Tipo de Publicação: Artigo de periódico;

Informações da Publicação

Link/URL: http://www.scielo.br/pdf/cp/v40n140/a0640140.pdf
Código/ISBN/ISSN: 0100-1574
Ano da Publicação: 2010
Nome do Periódico: Cadernos de Pesquisa
Número do Periódico: 140
Volume: 40
Colação: p.407-425
Notas:

Disponível no site do SCIELO - http://www.scielo.br
Acesso em: 23 nov. 2011


Informações Adicionais

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