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Pesquisa básica



Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM/PR)

 

Autonomia, opressão e identidades: a ressignificação da experiência na teoria política feminista

O artigo analisa abordagens distintas para a relação entre autonomia, opressão e construção das identidades na teoria política feminista. Tomando como ponto de partida os conceitos de "corpo vivido" e "conhecimento vivido", discute as possibilidades de ressignificação da experiência e definição autônoma das identidades em contextos sociais em que prevalecem relações de poder desiguais e assimétricas. Um dos problemas enfocados é o fato de que as identidades, ainda que caras aos indivíduos, possam reproduzir os valores que estão na base da sua condição de subalternidade e que justificam as formas presentes de opressão. Por outro lado, considera em que medida, e de que formas, os indivíduos responderiam ativamente às alternativas restritas que as estruturas de poder oferecem, podendo reconfigurá-las e, no limite, confrontá-las. Procura, assim, considerar aspectos e matizes nessas abordagens que permitem superar a oposição entre escolhas autônomas e coerção (AU)

Informações de Categorização

Assunto(s): Autonomia; Gênero; Identidade; Opressão; Teoria feminista;
Autor(es):

  • Biroli, Flavia(Autor)
Editora: UFSC;
Local: Santa Catarina (SC)
Tipo de Publicação: Artigo de periódico;

Informações da Publicação

Link/URL: http://www.scielo.br/pdf/ref/v21n1/05.pdf
Código/ISBN/ISSN: 0104-026X
Ano da Publicação: 2013
Nome do Periódico: Revista Estudos Feministas
Número do Periódico: 1
Volume: 21
Colação: p.81-105
Notas:

Disponível no site do SCIELO - http://www.scielo.br
Acesso em: 10 jun. 2013.


Informações Adicionais

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